02 novembro 2006


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Setúbal

8 Comments:

At 6:01 da tarde, Blogger Badala said...

Gosto destas flores. Também as havia na minha terra...

 
At 10:07 da tarde, Blogger Ana Ramon said...

Chamam-lhe "Bons-Dias" por só abrir as flores ao nascer do dia e fechar quando começa a noite. Mas o nome científico é Ipomoea acuminata. Nunca sei estes nomes de cor. Eu também gosto muito desta trepadeira mas é considerada invasora porque além de cobrir o chão, cobre tamnbém arbustos e árvores asfixiando-os até à morte. Tirando este mau-feitio, é muito bonita de se ver. Um abraço

 
At 11:01 da tarde, Blogger nunocavaco said...

Não conhecia este blog, passei e gostei do que vi. Uma luz no dia tão apressado.

 
At 11:05 da tarde, Blogger nunocavaco said...

Passo novamente porque reparei nas referências a Orlando Ribeiro. Sou geógrafo e considero que tudo o que se faça para o lembrar é pouco. Tive também a sorte de estudar sob orientação do seu filho, um génio a quem devo muito, o Professor Doutor António Ribeiro.

 
At 6:58 da tarde, Blogger Miguel Drummond de Castro said...

Tenho-as aqui no meu jardim e num pátio, de onde depois caem em cascata para um nível inferior, onde continuam a propagar-se e se as deixassem seguiam pelas oliveiras e tudo o que encontrassem â frente. Trepador é um feitio, uma vontade de ser!
Crescem muito bem e cedo desenvolvem um bom porte . Pegam bem de estaca, e em pouco tempo, galgam vedações feias (aramados) e transfiguram-nas.

Dâo um entorno muito agradável e romântico a pátios e na época em que floresce, que é longa, é um nunca acabar de flores.
Também é interessante pô-las a competir com heras, outra força da natureza e outra trepadora, e ver ambas subir pelas paredes, querendo comer as janelas, se as deixarem, é o que fazem. Mas umas boas podas deixam cada uma no seu lugar e o efeito é de um "mannor" no Yorkshire ou solar encantado no Minho.
De resto, as casas fizeram~se para continuar os jardins, e não ao contrário. Pelo menos está é a filosofia que eu extraio das minhas conversas com duendes e fairies. E por isso a expressão que mais odeio é a do mastermind de boa parte do arquitectos, o nefando Le Corbusier, que disse "as casas são máquinas de habitar!". Que ele e sequazes as habitem, muito bem, e saiam de lá ãs rodelas ou empacotados, não me importa. Na minha perspectiva as casas são espaços orgânicos, são uma outra espécie de planta que continua a natureza, sem a interomper nem ferir e além disso uma espécie de orgão interface entre o humano e o vegetal capaz de manifestar toda a poesia da natureza. Tudo o mais é pobreza e vida sem estilo.

PS Gostei imenso deste blog, já o recomendei a mais pessoas, guerreiros do jardim, que querem vê-los nascer e renascer por toda a parte e fiz um link deste blog no meu blog "Privilégios de Sísifo."

Talent de Bien Faire,

Muitas felicidades, e os melhores cumprimentos,

Miguel Drummond de Castro

 
At 2:14 da manhã, Blogger isabel victor said...

A propósito de Orlando Ribeiro :

"considero que tudo o que se faça para o lembrar é pouco"

Faço minhas as palavras de NunoCavaco ...

Belo mote para um blog ! Vou passando ...

 
At 11:03 da manhã, Blogger greentea said...

bons dias , então!!!

 
At 11:59 da manhã, Blogger Vanda Costa said...

Bons dias!

Gostava de alertar para o facto de esta espécie ser exótica (não é nativa de Porugal) e invasora, "abafando" todas as espécies autóctones. Existem alguns planos de erradicação desta planta mas a grande dificuldade no seu sucesseo é precisamente a utilização por particulares em jardins e quintais.

Por favor, substituam-na por plantas igualmente bonitas mas inofensivas...

 

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